16 de junho de 2024

“Paulo Afonso perdeu o protagonismo de tudo”, lamenta Marconi

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Assessoria de Comunicação

“Paulo Afonso perdeu o protagonismo de tudo”. Essa foi a afirmação do vereador e líder da oposição, Marconi Daniel (PV), durante sessão na Câmara de Vereadores de Paulo Afonso nesta segunda-feira, 18.

O parlamentar falou sobre a sua ida à Salvador, onde participou do Encontro Baiano dos Municípios produtores de Energia Renovável (EBAMPER). “Estive tratando da questão da energia renovável que o Governo Estadual está abraçando com o Governo Federal. Espero que os gestores de Paulo Afonso tenham consciência da importância desta pauta. A verdade é que a perspectiva é pouca de crescimento na cidade porque a politicagem ela se torna maior do que qualquer projeto, isso me entristece”, disse o vereador.

Ainda na tribuna, Marconi disse que: “Paulo Afonso perdeu um protagonismo de tudo por falta de iniciativa de gestores”. O vereador disse que: “Jatobá aprovou o projeto e Santa Brígida também. O que impede o repasse para esse projeto vim aqui para estarmos aprovando?”, questionou Marconi.

O vereador teceu críticas a má administração da gestão pública. “R$ 945 milhões para a enfermagem já está na conta da prefeitura e estamos precisando de muitas melhorias. Uma prefeitura encharcada de assessoria jurídica, com contratos milionários, e não tem ninguém com capacidade para resolver problemas? Se depender de STF eu quero combinar com todos os vereadores para fazermos uma indicação para que o secretário de saúde venha explicar qual é o impasse. Temos que discutir Paulo Afonso com veemência”, concluiu.

“Não vou parabenizar uma gestão que não está fazendo a sua parte. Estamos vendo aí diversos profissionais esgotados, pacientes na UPA sem assistência, falta até fralda geriátrica e o que a gente vê paralelo a isso é um esgotamento financeiro, onde o dinheiro entra, mas sai de forma mal administrada”, disse.

Marconi foi enfático ao afirmar: “Estamos pagando a 2 prefeitos, onde um prefeito passa o dia rodando pela cidade para tentar aumentar nas pesquisas e o outro em Salvador articulando. Dizem que Luiz de Deus está acamado, mas ele está de boa caminhando. R$ 70 mil reais são gastos mensalmente para pagar a dois incompetentes, enquanto um pai de família trabalha um mês para receber seu salário, e não recebem, não tem direito a férias nem a décimo terceiro salário. Sem falar do pagamento da rescisão dos que foram perseguidos politicamente e estão sem receber”, relatou.

Por fim, o paramentar afirmou que: “o direito de ficarmos em silêncio não nos cabe, temos que reivindicar e irei continuar fazendo isso”.

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