20 de junho de 2024

Caso Sara Mariano: quarto suspeito de envolvimento no assassinato confessa crime; executores receberam R$ 2 mil de mandante

Por

g1 BA e TV Bahia

Confissão aconteceu durante acareação com os outros três suspeitos de execução, na delegacia de Dias D’Ávila. Apesar de ter admitido participação no crime, investigado não foi preso.

Victor Gabriel de Oliveira confessou crime na quinta-feira (16) — Foto: TV Bahia

 

Um quarto suspeito de participar do assassinato da cantora gospel Sara Mariano admitiu o crime à Polícia Civil na quinta-feira (17). O investigado foi identificado como Victor Gabriel de Oliveira, que não ficou preso, apesar da confissão, porque não havia mandado de prisão contra ele.

Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como Bispo Zadoque, o motorista por aplicativo Gideão Duarte e Victor receberam R$ 2 mil para matar a vítima, sob ordem do marido dela, Ederlan Santos Mariano. Essa informação foi dada por Marco Pavã, advogado do quarto suspeito, mas não foi confirmada pela Polícia Civil.

O cliente dele participou de uma acareação com os outros três suspeitos, que já estão presos, na delegacia de Dias D’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), que é responsável pelas investigações do caso.

O procedimento consiste na apuração dos fatos, confrontando testemunhas frente a frente. Neste momento, Victor confessou envolvimento com a morte da religiosa. Quando foram confrontados, os homens detalharam o passo a passo do crime. Entenda:

👉 Gideão levou Sara Mariano até o local combinado;

👉 Victor Gabriel segurou a vítima;

👉 Bispo Zadoque a esfaqueou.

Quando foi encontrada morta, parte do corpo da cantora gospel estava carbonizado, às margens da BA-093, no trecho de Dias D’Ávila, porém, não foi detalhado quem incendiou o corpo dela. Na última (15), a Polícia Civil divulgou que o bispo e o motorista tiveram participação na “logística e execução do crime, além de incendiar o corpo, na tentativa de omitir provas”.

O advogado Marco Pavã ainda disse que a motivação do crime foi uma traição, por parte de Sara. Ederlan Mariano não teria aceitado a infidelidade e por isso mandou matar a mulher, como vingança.

Confissão aconteceu durante acareação com os outros três suspeitos de execução, na delegacia de Dias D’Ávila. Apesar de ter admitido participação no crime, investigado não foi preso.

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