29 de maio de 2024

O desenvolvimento sustentável promete dias melhores para o município de Glória

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Caro Ozildo Alves, ao realizar um trabalho de pesquisa juntamente com alunos do colégio estadual Reis Magalhães, do ensino médio na cidade de Glória – BA, que posteriormente serviu como base para a produção de artigos de opinião por esses alunos a fim de concorrerem nas olimpíadas da língua portuguesa, que tem como tema “O LUGAR ONDE EU VIVO” para alunos do 1º, 2º e 3º ano do ensino médio, me deparei com muitos questionamentos, em relação a diversos problemas sociais enfrentados por a população no município, mas que sempre levaram a uma mesma problemática: O desenvolvimento sustentável do município como forma de geração de renda, emprego e melhoria de vida da população.


                               Tomando a princípio como ponto de partida as opiniões e discursos desses alunos e depois buscando dados no site do IBGE, produzir o artigo de opinião a seguir como forma de realizar a junção e resumo de todas essas informações por mim colhidas.


 


O desenvolvimento sustentável promete dias melhores para o município de Glória – BA


 


                               O município de Glória, Estado da Bahia, não tem realidade diferente dos muitos municípios do interior que compõem esse Estado, nem dos tantos outros municípios interioranos do Brasil, é um lugar agradável tranqüilo e bonito por natureza, mas com grandes problemas sociais que afetam o seu desenvolvimento nos mais diferentes aspectos: saúde, educação, moradia, cultura e empregabilidade. Segundo dados do IBGE a população estimada para o ano de 2009 chegava a pouco mais de 14.000 habitantes em uma extensão territorial de 1.402 Km2, extensão esta, de solo fértil e a margem do o Rio São Francisco o qual é à base de sobrevivência de uma grande parte da população que vive da agricultura e da agropecuária, são hortifrutigranjeiros que fazem dessas atividades as principais fontes de sustento financeiro e de alimentação para suas famílias.


                               Partindo dessa visão surge uma questão polêmica a respeito da situação econômica do município, já que boa parte da população acredita que essas duas atividades seriam as maiores fontes do desenvolvimento econômico e sustentável da região, mas a realidade está bem distante do que se pensa. Segundo dados do IBGE, assim como acontece na Bahia e no Brasil, em média, o setor que mais contribui, de forma bastante significativa, para geração do produto interno bruto do município é o de serviços, responsável por mais de 70% da arrecadação.  Mas como isso é possível se a maior parte da população se diz profissionalmente agricultores?


                               Basta ter uma visão geral do município onde boa parte de população reside na zona rural, em diversas agrovilas e povoados onde podemos encontrar dezenas de plantios e criações, das mais diferentes espécies, mas acontece que, muitas famílias fazem da agricultura e da pecuária os únicos meios de sobrevivência e produzem apenas o que vão consumir, há aqueles que comercializam a produção e conseguem bons lucros com essa atividade, mas a maioria dos produtores só comercializa parte de sua produção e os lucros são apenas suficientes para pagar as despesas com água, energia, vestuário etc. Curioso é analisar que, tanto na zona urbana quanto na zona rural, a estrutura comercial do município, os estabelecimentos, os serviços disponíveis, as feiras livres entre outros, e chegar à conclusão que, trata-se de uma estrutura precária, faltam supermercados, papelarias, restaurantes, hotéis e pousadas, lanchonetes, lojas de calçados e confecções, clínicas médicas, escolas, enfim, estabelecimentos de todos os ramos comerciais.


                               Um dos fatores que agravam esta questão da falta do desenvolvimento econômico do município está diretamente relacionado ao município de Paulo Afonso – BA, onde o desenvolvimento econômico social é bem melhor que o desse município e assim oferece quase todas as possibilidades que faltam aqui e aonde à população vão à busca e as encontram, pois, menos de 10 km os separam e assim enquanto um lucra com o consumo da população do outro, esse outro fica impossibilitado de crescimento comercial e desenvolvimento econômico.


                               Enquanto esse município não se desenvolve economicamente a geração de emprego fica comprometida, sem emprego muitos jovens se verem obrigados abandonar os estudos para ajudar seus pais nas plantações, nas criações de animais, já aqueles que não abandonam os estudos, encontram grandes dificuldades em chegar até a escola, como transporte sem segurança, estradas em más condições de tráfego e animais na pista, com despesas que fogem do orçamento familiar para investir na continuação dos estudos na educação superior de ensino. Quando ficam sem esperança de um futuro melhor, através da educação, da independência financeira através do emprego, parte da população jovem do município vão para outras cidades e regiões do Brasil em busca do sustento para eles e seus familiares.


                               Em minha opinião, e levando em consideração o pouco conhecimento que tenho em relação ao agronegócio e sobre a política, em geral, penso, nesse município onde se plantando quase tudo nasce e que é bastante favorável a prática da criação de animais, além de ser banhado por o Exuberante Rio São Francisco, tornando-o bastante promissor para o turismo ecológico e ambiental, o que precisa ser revisto com urgência é política de desenvolvimento econômico e financeiro que deveria ser voltada especialmente a agricultura, pecuária e ao turismo, dando condições a população e ao município, como um todo, de serem autos sustentáveis, implantando programas, ações que darão o suporte e o conhecimento necessário para que esses possam produzir não apenas o necessário para alimentação e sobrevivência, mas também para produção voltada para o comércio gerando renda suficiente para o desenvolvimento econômico social da região.


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Caro Ozildo Alves, ao realizar um trabalho de pesquisa juntamente com alunos do colégio estadual Reis Magalhães, do ensino médio na cidade de Glória – BA, que posteriormente serviu como base para a produção de artigos de opinião por esses alunos a fim de concorrerem nas olimpíadas da língua portuguesa, que tem como tema “O LUGAR ONDE EU VIVO” para alunos do 1º, 2º e 3º ano do ensino médio, me deparei com muitos questionamentos, em relação a diversos problemas sociais enfrentados por a população no município, mas que sempre levaram a uma mesma problemática: O desenvolvimento sustentável do município como forma de geração de renda, emprego e melhoria de vida da população.


                               Tomando a princípio como ponto de partida as opiniões e discursos desses alunos e depois buscando dados no site do IBGE, produzir o artigo de opinião a seguir como forma de realizar a junção e resumo de todas essas informações por mim colhidas.


 


O desenvolvimento sustentável promete dias melhores para o município de Glória – BA


 


                               O município de Glória, Estado da Bahia, não tem realidade diferente dos muitos municípios do interior que compõem esse Estado, nem dos tantos outros municípios interioranos do Brasil, é um lugar agradável tranqüilo e bonito por natureza, mas com grandes problemas sociais que afetam o seu desenvolvimento nos mais diferentes aspectos: saúde, educação, moradia, cultura e empregabilidade. Segundo dados do IBGE a população estimada para o ano de 2009 chegava a pouco mais de 14.000 habitantes em uma extensão territorial de 1.402 Km2, extensão esta, de solo fértil e a margem do o Rio São Francisco o qual é à base de sobrevivência de uma grande parte da população que vive da agricultura e da agropecuária, são hortifrutigranjeiros que fazem dessas atividades as principais fontes de sustento financeiro e de alimentação para suas famílias.


                               Partindo dessa visão surge uma questão polêmica a respeito da situação econômica do município, já que boa parte da população acredita que essas duas atividades seriam as maiores fontes do desenvolvimento econômico e sustentável da região, mas a realidade está bem distante do que se pensa. Segundo dados do IBGE, assim como acontece na Bahia e no Brasil, em média, o setor que mais contribui, de forma bastante significativa, para geração do produto interno bruto

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