15 de abril de 2024

Um pauloafonsino no Exército Americano

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Rogério Pionório é pauloafonsino, há 12 anos conheceu uma garota que mora nos Estados Unidos pela internet, se casaram, tiveram três filhos, e hoje, Rogério serve ao  Exército daquele país.


 


Visitando familiares e amigos na sua terra natal, o militar concedeu entrevista exclusiva ao repórter Francisco Sales.


 


Vale a pena conhecer a história de mais um determinado pauloafonsino que apesar de morar num país de primeiro mundo é apaixonado pelo Brasil e principalmente por Paulo Afonso, tanto é que deixou um recado: “quando me aposentar vou vir morar aqui”:


 


Francisco Sales: Rogério Pionório, Estados Unidos outra diferença, como começou toda sua história desde aqui em Paulo Afonso até chegar aos Estados Unidos?


 


Rogério Pionório: Conheci uma mulher, o nome dela é Hellen, que hoje é minha esposa. A conheci pela internet no ano de 1998, ficamos nos comunicando por sete meses, ela mandava fotos, videos, mas eu ficava naquela dúvida por esta conhecendo pela internet, pois poderia ser algum terrorista, querendo pegar um rim seu, pois naquela época falava-se muito desse tipo de coisa, então pedia sempre que ela mandasse fotos diferentes, fotos com a família. Então resolvemos nos conhecer pessoalmente, foi então que tirei o visto para ir ao EUA, tive muito apoio de meus amigos aqui de Paulo Afonso.


 


Sales: Era um visto provisório?


 


Rogério: Era um visto de turista, não foi muito fácil, mas consegui, então fui para Miami, onde conheci a Hellen, a mulher da minha vida, depois fomos para Maryland, que fica próximo a Washington, capital dos Estados Unidos, e um mês depois a gente se casou, hoje temos três filhos, Rogério Junior, Camila e Ulisses, que tem o nome do meu pai. Hoje estou trabalhando no exército americano como Especialista, que aqui no Brasil é como ter a profissão de Cabo, trabalho numa clínica que prepara as pessoas que vão para a guerra no Iraque, Afagenistão, é muito bom esse trabalho.


 


Sales: Em relação a sua ida, você passou um bom tempo clandestino, e hoje no exército é claro que você já tem um visto, o A VISA, como é conhecido.


 


Rogério: Ok. Quando cheguei lá, antes de casar, porque as pessoas podem pensar, nossa casou tão rápido, mas é que procurei uma advogada, a qual perguntou se eu queria ficar legal nos EUA, pois meu visto era apenas para seis meses, depois eu ficaria ilegal, então a advogada orientou para nós casássemos rápido para podermos dar entrada nos papeis de imigração. Em seguida consegui uma permissão para trabalhar nos EUA, eu podia trabalhar e andar em qualquer lugar, menos sair do país, pois não poderia voltar, como no caso brasileiro, pois lá não tem nenhuma lei de imigração para brasileiros, então praticamente você tem que esperar sete anos para poder aplicar para a residência permanente, é como você ficar preso, mas eu esperei, tem muita gente que vem embora com saudades da família, mas a gente tem que ter um objetivo, pensar no futuro tentar crescer, e eu esperei e consegui, depois de sete anos apliquei para o visto permanente e consegui.


 


Sales: Sua esposa é americana?


 


Rogério: Sim, na época ela não era, teve que esperar por mim, pois se aplicasse antes para o processo de cidadania, eu não poderia dar entrada no processo junto com ela, e eu ficarei ilegal, então seria deportado, mas ela esperou durante sete anos para poder aplicar o visto.



Sales: Qual a origem de sua esposa?


 


Rogério: Minha esposa é de El Salvador, ela é espanã, em casa nós falamos espanhol, meus filhos falam inglês, mas temos um conceito em casa de que primeiramente temos que falar espanhol. Para o meu primeiro filho foi complicado, porque começamos a misturar português, espanhol e inglês na casa, um filho teve que ser levado a uma Doutora especializada em línguas, pois aquilo estava afetando meu filho, então nesse caso a gente que parar de falar português e falar somente espanhol para que ele tivesse uma base na língua dele, para depois ele conseguir falar o inglês, ele agora é poliglota, na escola ele fala inglês, em casa espanhol, e também entende quando falamos português com ele.


 


Sales: Então agora você já tem seu visto.


 


Rogério: Sim, com certeza, tanto que estou trabalhando no exército americano, e para isso tem que ser mínimo de residente permanente, e depois de três meses você já pode fazer aplicação e dar entrada ao processo de naturalização, isso estando dentro do exército americano, já se você é residente permanente, você não é militar, você tem que esperar cinco anos para poder fazer a aplicação para dar entrada na naturalização americana.


 


Sales:iU�� ��

Rogério Pionório é pauloafonsino, há 12 anos conheceu uma garota que mora nos Estados Unidos pela internet, se casaram, tiveram três filhos, e hoje, Rogério serve ao  Exército daquele país.


 


Visitando familiares e amigos na sua terra natal, o militar concedeu entrevista exclusiva ao repórter Francisco Sales.


 


Vale a pena conhecer a história de mais um determinado pauloafonsino que apesar de morar num país de primeiro mundo é apaixonado pelo Brasil e principalmente por Paulo Afonso, tanto é que deixou um recado: “quando me aposentar vou vir morar aqui”:


 


Francisco Sales: Rogério Pionório, Estados Unidos outra diferença, como começou toda sua história desde aqui em Paulo Afonso até chegar aos Estados Unidos?


 


Rogério Pionório: Conheci uma mulher, o nome dela é Hellen, que hoje é minha esposa. A conheci pela internet no ano de 1998, ficamos nos comunicando por sete meses, ela mandava fotos, videos, mas eu ficava naquela dúvida por esta conhecendo pela internet, pois poderia ser algum terrorista, querendo pegar um rim seu, pois naquela época falava-se muito desse tipo de coisa, então pedia sempre que ela mandasse fotos diferentes, fotos com a família. Então resolvemos nos conhecer pessoalmente, foi então que tirei o visto para ir ao EUA, tive muito apoio de meus amigos aqui de Paulo Afonso.


 


Sales: Era um visto provisório?


 


Rogério: Era um visto de turista, não foi muito fácil, mas consegui, então fui para Miami, onde conheci a Hellen, a mulher da minha vida, depois fomos para Maryland, que fica próximo a Washington, capital dos Estados Unidos, e um mês depois a gente se casou, hoje temos três filhos, Rogério Junior, Camila e Ulisses, que tem o nome do meu pai. Hoje estou trabalhando no exército americano como Especialista, que aqui no Brasil é como ter a profissão de Cabo, trabalho numa clínica que prepara as pessoas que vão para a guerra no Iraque, Afagenistão, é muito bom esse trabalho.


 


Sales: Em relação a sua ida, você passou um bom tempo clandestino, e hoje no exército é claro que você já tem um visto, o A VISA, como é conhecido.


 


Rogério: Ok. Quando cheguei lá, antes de casar, porque as pessoas podem pensar, nossa casou tão rápido, mas é que procurei uma advogada, a qual perguntou se eu queria ficar legal nos EUA, pois meu visto era apenas para seis meses, depois eu ficaria ilegal, então a advogada orientou para nós casássemos rápido para podermos dar entrada nos papeis de imigração. Em seguida consegui uma permissão para trabalhar nos EUA, eu podia trabalhar e andar em qualquer lugar, menos sair do país, pois não poderia voltar, como no caso brasileiro, pois lá não tem nenhuma lei de imigração para brasileiros, então praticamente você tem que esperar sete anos para poder aplicar para a residência permanente, é como você ficar preso, mas eu esperei, tem muita gente que vem embora com saudades da família, mas a gente tem que ter um objetivo, pensar no futuro tentar crescer, e eu esperei e consegui, depois de sete anos apliquei para o visto permanente e consegui.


 


Sales: Sua esposa é americana?


 


Rogério: Sim, na época ela não era, teve que esperar por mim, pois se aplicasse antes para o processo de cidadania, eu não poderia dar entrada no processo junto com ela, e eu ficarei ilegal, então seria deportado, mas ela esperou durante sete anos para poder aplicar o visto.



Sales: Qual a origem de sua esposa?


 


Rogério: Minha esposa é de El Salvador, ela é espanã, em casa nós falamos espanhol, meus filhos falam inglês, mas temos um conceito em casa de que primeiramente temos que falar espanhol. Para o meu primeiro filho foi complicado, porque começamos a misturar português, espanhol e inglês na casa, um filho teve que ser levado a uma Doutora especializada em línguas, pois aquilo estava afetando meu filho, então nesse caso a gente que parar de falar português e falar somente espanhol para que ele tivesse uma base na língua dele, para depois ele conseguir falar o inglês, ele agora é poliglota, na escola ele fala inglês, em casa espanhol, e também entende quando falamos português com ele.


 


Sales: Então agora você já tem seu visto.


 


Rogério: Sim, com certeza, tanto que estou trabalhando no exército americano, e para isso tem que ser mínimo de residente permanente, e depois de três meses você já pode fazer aplicação e dar entrada ao processo de naturalização, isso estando dentro do exército americano, já se você é residente permanente, você não é militar, você tem que esperar cinco anos para poder fazer a aplicação para dar entrada na naturalização americana.


 


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Rogério Pionório é pauloafonsino, há 12 anos conheceu uma garota que mora nos Estados Unidos pela internet, se casaram, tiveram três filhos, e hoje, Rogério serve ao  Exército daquele país.


 


Visitando familiares e amigos na sua terra natal, o militar concedeu entrevista exclusiva ao repórter Francisco Sales.


 


Vale a pena conhecer a história de mais um determinado pauloafonsino que apesar de morar num país de primeiro mundo é apaixonado pelo Brasil e principalmente por Paulo Afonso, tanto é que deixou um recado: “quando me aposentar vou vir morar aqui”:


 


Francisco Sales: Rogério Pionório, Estados Unidos outra diferença, como começou toda sua história desde aqui em Paulo Afonso até chegar aos Estados Unidos?


 


Rogério Pionório: Conheci uma mulher, o nome dela é Hellen, que hoje é minha esposa. A conheci pela internet no ano de 1998, ficamos nos comunicando por sete meses, ela mandava fotos, videos, mas eu ficava naquela dúvida por esta conhecendo pela internet, pois poderia ser algum terrorista, querendo pegar um rim seu, pois naquela época falava-se muito desse tipo de coisa, então pedia sempre que ela mandasse fotos diferentes, fotos com a família. Então resolvemos nos conhecer pessoalmente, foi então que tirei o visto para ir ao EUA, tive muito apoio de meus amigos aqui de Paulo Afonso.


 


Sales: Era um visto provisório?


 


Rogério: Era um visto de turista, não foi muito fácil, mas consegui, então fui para Miami, onde conheci a Hellen, a mulher da minha vida, depois fomos para Maryland, que fica próximo a Washington, capital dos Estados Unidos, e um mês depois a gente se casou, hoje temos três filhos, Rogério Junior, Camila e Ulisses, que tem o nome do meu pai. Hoje estou trabalhando no exército americano como Especialista, que aqui no Brasil é como ter a profissão de Cabo, trabalho numa clínica que prepara as pessoas que vão para a guerra no Iraque, Afagenistão, é muito bom esse trabalho.


 


Sales: Em relação a sua ida, você passou um bom tempo clandestino, e hoje no exército é claro que você já tem um visto, o A VISA, como é conhecido.


 


Rogério: Ok. Quando cheguei lá, antes de casar, porque as pessoas podem pensar, nossa casou tão rápido, mas é que procurei uma advogada, a qual perguntou se eu queria ficar legal nos EUA, pois meu visto era apenas para seis meses, depois eu ficaria ilegal, então a advogada orientou para nós casássemos rápido para podermos dar entrada nos papeis de imigração. Em seguida consegui uma permissão para trabalhar nos EUA, eu podia trabalhar e andar em qualquer lugar, menos sair do país, pois não poderia voltar, como no caso brasileiro, pois lá não tem nenhuma lei de imigração para brasileiros, então praticamente você tem que esperar sete anos para poder aplicar para a residência permanente, é como você ficar preso, mas eu esperei, tem muita gente que vem embora com saudades da família, mas a gente tem que ter um objetivo, pensar no futuro tentar crescer, e eu esperei e consegui, depois de sete anos apliquei para o visto permanente e consegui.


 


Sales: Sua esposa é americana?


 


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