21 de abril de 2024

“Não roubem, os políticos não aceitam concorrentes!”

Por

Por Carlos (Mecânico) Alberto


 


 


A sátira de um pára-choques de caminhão mostra a repulsa dos brasileiros com a classe política, desmoralizada há muito tempo pelos nefastos exemplos de corrupção, fisiologismo, nepotismo e outros “ismos” pejorativos da última flor do Lácio.


 


As brechas da Lei incentivam a audácia dos que usam os poderes públicos para locupletações pessoais e eleitoreiras, trafegando e traficando influências nas avenidas da ciência que governa os povos. Mas, como cão e lobo não se dão bem por muito tempo e água suja às vezes lava, as mazelas da classe são suscitadas e denunciadas por si mesma na tribuna, e os escândalos da República tornam-se públicos e banais  quando a moeda corrente corre nas cuecas, nas meias, nas bolsas e, aqui mais perto, é surrupiada para diaristas fantasmas e prepostos do INSS.


 


A lavagem da sujeira pelas C.P.Is. que sempre acabam em “pizza”, não redime o colegiado parlamentar, apesar das poucas exceções à regra. “O quarto poder do Brasil”, quando lhe interessa,lembra constantemente as enfermidades da categoria elegível para os eleitores através dos meios de comunicação, generalizando perniciosamente os políticos e incentivando a prática do voto branco e nulo para satisfazer as elites dominantes, vassalas de suas ganãncias insáciaveis.


 


Seus protegidos elegem-se com votos manipulados e se tornam reféns das empreiteiras que bancam suas campanhas  visando  os cofres públicos. Infelizmente a Justiça, sob à Lei, é responsável pela insignificância dos abusos e pela impunidade de seus arquitetos. Em ano eleitoral, a frase no caminhão não deve ser dogma nem os


informes negativos devem ser generalizados. Um espertalhão ao guiar um cego leva-o ao precipício se quiser.


 


Votos brancos e nulos são insultos à cidadania e aos mártires da Democracia que partiram em um “rabo de foguete”, e só beneficiam os políticos “copa do mundo”, locais ou não, que de quatro em quatro anos com boas falácias e assistencialismo imediato, conseguem o voto do incauto eleitor que não percebeu ainda que o homem é o lobo do homem, voltando ao Lácio: Homo homines lupus.

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