15 de agosto de 2022

Site da SSP-SE destaca 1º simpósio maçônico sobre drogas em Paulo Afonso

 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


A Loja Maçônica Cachoeira da Luz em parceria com a Secretaria de Segurança Pública, através da Polícia Militar de Sergipe, e do 20º Batalhão de Polícia Militar da Bahia, realizou na noite desta sexta-feira, dia 11, no memorial da Companhia de Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), na cidade de Paulo Afonso, norte da Bahia, o 1º Simpósio Maçônico sobre drogas. O facilitador dos trabalhos foi o comandante do Batalhão de Polícia de Choque da PMSE, major Carlos Rolemberg, que tratou do tema ‘Drogas e Criminalidade’.


O auditório lotado de autoridades, maçons de destaque, personalidades da sociedade Paulo Afonsina e de ex-viciados em drogas ouviram atentamente os efeitos nocivos das drogas para o usuário, a destruição do convívio social, o total esfacelamento da família do viciado, e a ligação direta com o aumento, geométrico, do número de roubos, furtos e de homicídios em todo o Brasil.


De acordo com o major Rolemberg, a droga é altamente democrática, tendo em vista, o fato de não escolher porta para entrar. “O Brasil vive uma crise moral e de identidade. Precisamos entender que esse é um problema grave e que afeta a todos nós”. Amparado em estatísticas e no trabalho cotidiano realizado nas ruas de Aracaju e de algumas cidades do interior de Sergipe, Rolemberg explicou que mais de 90% dos jovens presos, os pais estão separados e às vezes o infrator nem os conhece. “São mais de 35 mil mortes por ano no trânsito, quase 50 mil homicídios em todo o país e os dados revelam que a maioria dessas mortes têm relação direta com as drogas licitas e ilícitas”.


Só existe um meio de impedir que esse mal atinja a sua casa: o diálogo. Converse com seu filho, não deixa que a televisão seja a mandatária de sua casa, mas caso o seu filho já esteja nesse mundo de escuridão, não adianta discutir, brigar, bater, a fórmula para tirá-lo desse mundo vazio é a mesma de sempre: o amor”, destacou o major.


Na cidade desde a última quinta-feira, o oficial sergipano foi ao presídio de Paulo Afonso fazer pregação do evangelho. Para dar ênfase ao seu raciocino, Rolemberg disse que encontrou em frete ao presídio um garoto de nome Jéferson, 12 anos, sentado no chão, abatido, com um par de sapatos nas mãos. “Quando perguntei o que ele estava fazendo ali, ele me respondeu que aguardava o pai para lhe entregar um par de sapatos, pois naquele dia o pai ia ser julgado”.


O Choque também realizou palestra e pregação do evangélio, no mesmo dia 11, pela manhã, para alunos da Escola Municipal Manoel Nascimento Neto, localizada no Bairro Benone, área carente da Cidade de Paulo Afonso, que participaram ativamente da palestra e demais atividades realizadas.


Convidada para fazer uma explanação, a promotora da Vara Criminal da Comarca de Paulo Afonso, Milane Tavares, contou que estava chegando do júri que julgou o pai de Jéferson. “Ele e mais um comparsa matou um jovem porque este se negou a lhe dar alguns míseros reais para comprar mais um cigarro de maconha”, ressaltou a promotora.


Além do secretário Dr. Kércio Pinto, do comandante geral da Polícia Militar do Estado de Sergipe Cel. Péricles e do major Rolemberg, Comandante do BPChoque, estiveram presentes Alberto Barreto, da Loja Maçônica Cachoeira da Luz, da secretária de Educação de Paulo Afonso, Elza Teixeira, representando o prefeito municipal, o deputado federal Hélio Costa, representantes da Ordem do Advogados do Brasil, entre outros. Maçonaria contra as drogas – Segundo os organizadores do evento, o simpósio foi um convite à reflexão e a ação.


O objetivo da maçonaria é levantar uma bandeira de luta contra as drogas. Na oportunidade, foi lançado o projeto Casa da Paz, responsável por amparar crianças e adolescentes, através da evangelização e da profissionalização, no bairro Benone Rezende, periferia da cidade.


Várias pessoas deram testemunho pessoal de como conseguiram se libertar das drogas. Adriano Silva, atualmente com 38 anos, passou 25 anos de sua vida amarrado às drogas. “Quero me colocar à disposição dos senhores para combater esse mal que assola a nossa sociedade e que tirou parte de minha vida”, desabafou.


O comandante geral da PMSE, coronel José Péricles Menezes, prestigiou o simpósio e disse que a palestra tratou de prevenção primária, discussão que faz parte dos encontros sobre polícia comunitária na polícia sergipana. “A prevenção primária propõe de forma direta uma nova organização na sociedade, onde o cidadão é convocado a participar da construção de uma comunidade melhor para ele e sua família”.

Kércio Pinto – Maçom há mais de 20 anos, integrando a Loja Maçônica Cotinguiba, o secretário da Segurança Pública participou do evento representando a sua ordem e o Estado de Sergipe.  


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


A Loja Maçônica Cachoeira da Luz em parceria com a Secretaria de Segurança Pública, através da Polícia Militar de Sergipe, e do 20º Batalhão de Polícia Militar da Bahia, realizou na noite desta sexta-feira, dia 11, no memorial da Companhia de Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), na cidade de Paulo Afonso, norte da Bahia, o 1º Simpósio Maçônico sobre drogas. O facilitador dos trabalhos foi o comandante do Batalhão de Polícia de Choque da PMSE, major Carlos Rolemberg, que tratou do tema ‘Drogas e Criminalidade’.


O auditório lotado de autoridades, maçons de destaque, personalidades da sociedade Paulo Afonsina e de ex-viciados em drogas ouviram atentamente os efeitos nocivos das drogas para o usuário, a destruição do convívio social, o total esfacelamento da família do viciado, e a ligação direta com o aumento, geométrico, do número de roubos, furtos e de homicídios em todo o Brasil.


De acordo com o major Rolemberg, a droga é altamente democrática, tendo em vista, o fato de não escolher porta para entrar. “O Brasil vive uma crise moral e de identidade. Precisamos entender que esse é um problema grave e que afeta a todos nós”. Amparado em estatísticas e no trabalho cotidiano realizado nas ruas de Aracaju e de algumas cidades do interior de Sergipe, Rolemberg explicou que mais de 90% dos jovens presos, os pais estão separados e às vezes o infrator nem os conhece. “São mais de 35 mil mortes por ano no trânsito, quase 50 mil homicídios em todo o país e os dados revelam que a maioria dessas mortes têm relação direta com as drogas licitas e ilícitas”.


Só existe um meio de impedir que esse mal atinja a sua casa: o diálogo. Converse com seu filho, não deixa que a televisão seja a mandatária de sua casa, mas caso o seu filho já esteja nesse mundo de escuridão, não adianta discutir, brigar, bater, a fórmula para tirá-lo desse mundo vazio é a mesma de sempre: o amor”, destacou o major.


Na cidade desde a última quinta-feira, o oficial sergipano foi ao presídio de Paulo Afonso fazer pregação do evangelho. Para dar ênfase ao seu raciocino, Rolemberg disse que encontrou em frete ao presídio um garoto de nome Jéferson, 12 anos, sentado no chão, abatido, com um par de sapatos nas mãos. “Quando perguntei o que ele estava fazendo ali, ele me respondeu que aguardava o pai para lhe entregar um par de sapatos, pois naquele dia o pai ia ser julgado”.


O Choque também realizou palestra e pregação do evangélio, no mesmo dia 11, pela manhã, para alunos da Escola Municipal Manoel Nascimento Neto, localizada no Bairro Benone, área carente da Cidade de Paulo Afonso, que participaram ativamente da palestra e demais atividades realizadas.


Convidada para fazer uma explanação, a promotora da Vara Criminal da Comarca de Paulo Afonso, Milane Tavares, contou que estava chegando do júri que julgou o pai de Jéferson. “Ele e mais um comparsa matou um jovem porque este se negou a lhe dar alguns míseros reais para comprar mais um cigarro de maconha”, ressaltou a promotora.

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