6 de julho de 2022

Aleluia vê Geddel cada vez mais distante da oposição

Apesar de toda disposição e empenho do Democratas em trazer para o seu lado o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima como forma de derrotar o PT nas próximas eleições, umas das principais lideranças da legenda, o deputado federal, José Carlos Aleluia, não vê essa possibilidade como provável.”Acho pouco presumível porque o ministro é parte integrante do núcleo do poder do governo Jaques Wagner e, consequetemente, responsável pelo sucesso ou pelo fracasso do governo. E, apesar de todas as divergências, até agora ele não decidiu se afastar do governo”, disse, complementando que “não é possível ser governo e oposição ao mesmo tempo”.

A demora por parte do ministro em se posicionar neste sentido, segundo Aleluia, só irá prejudicar o peemedebista. “Quanto mais tempo ele permanecer na administração petista, mais tempo ele será julgado pelo povo como um dos responsáveis pelo desempenho do governo e terá mais dificuldades de se estabelecer como candidato de oposição”, analisou. Com base nisso, o democrata não descarta a possibilidade de haver até um terceiro palanque, comandado por Geddel.

“Este terceiro, eventualmente comandado por Geddel, deve tender a apoiar a candidatura nacional do PT), o que resultará em dois palanques do governo, enquanto apenas um, o nosso, de oposição”, disse referindo-se à frente oposicionista, criada a partir da aliança entre o PSDB e o DEM.

Em relação a ampliação da coligação o deputado, que inclusive, já foi cotado para disputar uma das vagas para o Senado, destacou que o trabalho agora é em função de atrair o maior número de partidos, entre eles o PR e o PPS. Sobre quem, de fato, encabeçará a chapa – o nome de Paulo Souto já foi cogitado, mas não confirmado, pois conforme circula nos bastidores, em caso de união com o PMDB, Geddel seria o candidato forte – reiterou que, pelo menos por enquanto, não será oferecida posição a ninguém. “Não vamos oferecer posição a ninguém. Da mesma maneira que não queremos fechar a chapa, embora tenhamos um candidato natural, que é o governador Paulo Souto, que aparece na frente em todas as pesquisas, nós estamos querendo atrair outras pessoas”, disse, numa clara referência a Geddel. Questionado sobre o desempenho do governo Wagner, não perdeu a oportunidade de tecer ainda mais críticas. A nota, de acordo com ele, merecido ao governo, seria, nada menos, que 3. “Eu daria 3 a Wagner. A percepção das pessoas é que o governo abandonou completamente a questão da segurança”.



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