25 de junho de 2024

Bahia Music lança 2 álbuns e inclui banda de Paulo Afonso com o objetivo de atingir mercado externo

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Com o objetivo de aumentar a visibilidade internacional de artistas e grupos baianos, o projeto Bahia Music Export, que integra o Programa de Mobilidade Artística e Cultural promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), através da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), acaba de lançar dois álbuns. O primeiro reúne diversos gêneros musicais e o segundo abrange o universo da bass culture.

“A intenção é que a música contemporânea feita no estado ganhe um novo passaporte para públicos e mercados de todas as partes do planeta”, explica o secretário de cultura do estado da Bahia, Albino Rubim, ressaltando que, a ideia é mostrar as muitas faces da música na Bahia e colocar em evidência artistas e grupos que ainda não têm um reconhecimento e uma circulação abrangentes.

O repertório dos CDs inclui desde bandas como O Quadro, de Ilhéus, e Os Nelsons, de Paulo Afonso até as soteropolitanas BaianaSystem e Bemba Trio, passando por Samba Chula de São Braz, de Santo Amaro da Purificação. “Essa seleção demonstra não apenas a diversidade musical, mas um nível de articulação e profissionalismo capaz de conquistar e se conectar a outros espaços no mercado internacional”, explica o coordenador de música da Funceb, Cássio Nobre.

O volume 4 reúne canções dos mais diversos estilos, de 15 artistas representados pelas canções de Alisson Menezes e a Catrupia, com “Boi Carnaval”, Dão & a Caravana Black, com “Som da Gafieira”, Banda Escola Pública, com “Samba de Novato”, Banda Lazouk, com “Saudade de Tu”, Vivendo do Ócio, com “O Mais Clichê”, Samba Chula de São Braz, com “Viola Meu Bem”, Sertanília, com “Tempo de Sereno”,  Tiganá Santana, com “The Invention of Colour”, Gabi Guedes, com “Gabi’s Groove”, Maglore, com “Sobre Tudo o que Diz Adeus”, Rebeca Matta, com “Um Sopro Leve”, Cascadura, com “Colombo”, Nalini, com “The Real End”, Pedro Santos, com “Minha Inspiração” e CH Straatmann, com “Baila Conguero!”.

Já o volume 5 conta com o universo da bass culture, conjunto de gêneros derivados da música jamaicana, com uso de instrumentos de baixa frequência representado pelos  artistas Opanijé, com “Se Diz”, Mauro Telefunksoul feat. Jonga Zambô & Amora, com “Sambahton de Roda (Zum Zum Zum), Soraia Drummond, com “Irie Feeling”, OQuadro, com “Tá Amarrado (Mangaio Remix)”, Kayman, com “Éa”, Rapaziada da Baixa Fria, com “Mais uma Baixa”,BaianaSystem, com “Terapia”, Bemba Trio, com “Melô do Vatapá”, Larissa Luz, com “Dança Livre”, Os Nelsons feat. Luiz Caldas, com “É Só se Jogar”, Daganja, com “Balançando os Graves”, Braunation, com “Om da Onda”, Radio Mundi feat. Burro Morto, Russo Passapusso & Manchinha, com “Bambá” , Lucas Santtana, com “Lycra-Limão (Dub Version)” e A.MA.SSA, com “Boka Boka!”

Segundo Nobre, assim como os álbuns já lançados pela iniciativa, o lançamento e distribuição inicial das novas coletâneas, volume 4 e volume 5, é feito na WOMEX – World Music Expo, uma das mais relevantes feiras de negócios e oportunidades do mercado da música internacional, de 23 a 27 de outubro na cidade de Cardiff, na Inglaterra. Neste e em outros eventos e plataformas internacionais do gênero, os discos chegarão a produtores, radialistas, jornalistas, empresários, selos, programadores de festivais internacionais e demais agentes do mercado mundial, com fins exclusivos de promoção internacional, apresentando um panorama do cenário musical baiano contemporâneo.

A seleção musical foi feita em parceria com o Brasil Music Exchange, projeto conduzido pela Brasil, Música & Artes (BM&A) que procura estimular atividades e trocas de experiência no mercado musical. A curadoria é de Jody Gillet, jornalista britânica, crítica de música, representante da BM&A no Reino Unido, que atua há mais de 15 anos com o cenário local de música independente, com foco particular no Brasil. Ela trabalhou com artistas como Criolo, Orquestra Imperial, Nação Zumbi e Tulipa Ruiz.

A escolha das 30 músicas que compõem os álbuns baseou-se na adequação das obras ao perfil de mercado internacional e no nível de correlação com a Bahia, a partir de sua própria assinatura curatorial e da inscrição pública que foi aberta a canções produzidas na Bahia e/ou por artistas do estado. “Com profundas conexões com a África, mas também com uma das mais fortes cenas de rock do país, além de diversas tradições rurais em atividade e uma herança cancioneira altamente reverenciada, a Bahia possui uma produção musical repleta de reviravoltas surpreendentes”, avalia Jody Gillett.

Com o objetivo de aumentar a visibilidade internacional de artistas e grupos baianos, o projeto Bahia Music Export, que integra o Programa de Mobilidade Artística e Cultural promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), através da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), acaba de lançar dois álbuns. O primeiro reúne diversos gêneros musicais e o segundo abrange o universo da bass culture.

“A intenção é que a música contemporânea feita no estado ganhe um novo passaporte para públicos e mercados de todas as partes do planeta”, explica o secretário de cultura do estado da Bahia, Albino Rubim, ressaltando que, a ideia é mostrar as muitas faces da música na Bahia e colocar em evidência artistas e grupos que ainda não têm um reconhecimento e uma circulação abrangentes.

O repertório dos CDs inclui desde bandas como O Quadro, de Ilhéus, e Os Nelsons, de Paulo Afonso até as soteropolitanas BaianaSystem e Bemba Trio, passando por Samba Chula de São Braz, de Santo Amaro da Purificação. “Essa seleção demonstra não apenas a diversidade musical, mas um nível de articulação e profissionalismo capaz de conquistar e se conectar a outros espaços no mercado internacional”, explica o coordenador de música da Funceb, Cássio Nobre.

O volume 4 reúne canções dos mais diversos estilos, de 15 artistas representados pelas canções de Alisson Menezes e a Catrupia, com “Boi Carnaval”, Dão & a Caravana Black, com “Som da Gafieira”, Banda Escola Pública, com “Samba de Novato”, Banda Lazouk, com “Saudade de Tu”, Vivendo do Ócio, com “O Mais Clichê”, Samba Chula de São Braz, com “Viola Meu Bem”, Sertanília, com “Tempo de Sereno”,  Tiganá Santana, com “The Invention of Colour”, Gabi Guedes, com “Gabi’s Groove”, Maglore, com “Sobre Tudo o que Diz Adeus”, Rebeca Matta, com “Um Sopro Leve”, Cascadura, com “Colombo”, Nalini, com “The Real End”, Pedro Santos, com “Minha Inspiração” e CH Straatmann, com “Baila Conguero!”.

Já o volume 5 conta com o universo da bass culture, conjunto de gêneros derivados da música jamaicana, com uso de instrumentos de baixa frequência representado pelos  artistas Opanijé, com “Se Diz”, Mauro Telefunksoul feat. Jonga Zambô & Amora, com “Sambahton de Roda (Zum Zum Zum), Soraia Drummond, com “Irie Feeling”, OQuadro, com “Tá Amarrado (Mangaio Remix)”, Kayman, com “Éa”, Rapaziada da Baixa Fria, com “Mais uma Baixa”,BaianaSystem, com “Terapia”, Bemba Trio, com “Melô do Vatapá”, Larissa Luz, com “Dança Livre”, Os Nelsons feat. Luiz Caldas, com “É Só se Jogar”, Daganja, com “Balançando os Graves”, Braunation, com “Om da Onda”, Radio Mundi feat. Burro Morto, Russo Passapusso & Manchinha, com “Bambá” , Lucas Santtana, com “Lycra-Limão (Dub Version)” e A.MA.SSA, com “Boka Boka!”

Segundo Nobre, assim como os álbuns já lançados pela iniciativa, o lançamento e distribuição inicial das novas coletâneas, volume 4 e volume 5, é feito na WOMEX – World Music Expo, uma das mais relevantes feiras de negócios e oportunidades do mercado da música internacional, de 23 a 27 de outubro na cidade de Cardiff, na Inglaterra. Neste e em outros eventos e plataformas internacionais do gênero, os discos chegarão a produtores, radialistas, jornalistas, empresários, selos, programadores de festivais internacionais e demais agentes do mercado mundial, com fins exclusivos de promoção internacional, apresentando um panorama do cenário musical baiano contemporâneo.

A seleção musical foi feita em parceria com o Brasil Music Exchange, projeto conduzido pela Brasil, Música & Artes (BM&A) que procura estimular atividades e trocas de experiência no mercado musical. A curadoria é de Jody Gillet, jornalista britânica, crítica de música, representante da BM&A no Reino Unido, que atua há mais de 15 anos com o cenário local de música independente, com foco particular no Brasil. Ela trabalhou com artistas como Criolo, Orquestra Imperial, Nação Zumbi e Tulipa Ruiz.

A escolha das 30 músicas que compõem os álbuns baseou-se na adequação das obras ao perfil de mercado internacional e no nível de correlação com a Bahia, a partir de sua própria assinatura curatorial e da inscrição pública que foi aberta a canções produzidas na Bahia e/ou por artistas do estado. “Com profundas conexões com a África, mas também com uma das mais fortes cenas de rock do país, além de diversas tradições rurais em atividade e uma herança cancioneira altamente reverenciada, a Bahia possui uma produção musical repleta de reviravoltas surpreendentes”, avalia Jody Gillett.

Com o objetivo de aumentar a visibilidade internacional de artistas e grupos baianos, o projeto Bahia Music Export, que integra o Programa de Mobilidade Artística e Cultural promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), através da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), acaba de lançar dois álbuns. O primeiro reúne diversos gêneros musicais e o segundo abrange o universo da bass culture.

“A intenção é que a música contemporânea feita no estado ganhe um novo passaporte para públicos e mercados de todas as partes do planeta”, explica o secretário de cultura do estado da Bahia, Albino Rubim, ressaltando que, a ideia é mostrar as muitas faces da música na Bahia e colocar em evidência artistas e grupos que ainda não têm um reconhecimento e uma circulação abrangentes.

O repertório dos CDs inclui desde bandas como O Quadro, de Ilhéus, e Os Nelsons, de Paulo Afonso até as soteropolitanas BaianaSystem e Bemba Trio, passando por Samba Chula de São Braz, de Santo Amaro da Purificação. “Essa seleção demonstra não apenas a diversidade musical, mas um nível de articulação e profissionalismo capaz de conquistar e se conectar a outros espaços no mercado internacional”, explica o coordenador de música da Funceb, Cássio Nobre.

O volume 4 reúne canções dos mais diversos estilos, de 15 artistas representados pelas canções de Alisson Menezes e a Catrupia, com “Boi Carnaval”, Dão & a Caravana Black, com “Som da Gafieira”, Banda Escola Pública, com “Samba de Novato”, Banda Lazouk, com “Saudade de Tu”, Vivendo do Ócio, com “O Mais Clichê”, Samba Chula de São Braz, com “Viola Meu Bem”, Sertanília, com “Tempo de Sereno”,  Tiganá Santana, com “The Invention of Colour”, Gabi Guedes, com “Gabi’s Groove”, Maglore, com “Sobre Tudo o que Diz Adeus”, Rebeca Matta, com “Um Sopro Leve”, Cascadura, com “Colombo”, Nalini, com “The Real End”, Pedro Santos, com “Minha Inspiração” e CH Straatmann, com “Baila Conguero!”.

Já o volume 5 conta com o universo da bass culture, conjunto de gêneros derivados da música jamaicana, com uso de instrumentos de baixa frequência representado pelos  artistas Opanijé, com “Se Diz”, Mauro Telefunksoul feat. Jonga Zambô & Amora, com “Sambahton de Roda (Zum Zum Zum), Soraia Drummond, com “Irie Feeling”, OQuadro, com “Tá Amarrado (Mangaio Remix)”, Kayman, com “Éa”, Rapaziada da Baixa Fria, com “Mais uma Baixa”,BaianaSystem, com “Terapia”, Bemba Trio, com “Melô do Vatapá”, Larissa Luz, com “Dança Livre”, Os Nelsons feat. Luiz Caldas, com “É Só se Jogar”, Daganja, com “Balançando os Graves”, Braunation, com “Om da Onda”, Radio Mundi feat. Burro Morto, Russo Passapusso & Manchinha, com “Bambá” , Lucas Santtana, com “Lycra-Limão (Dub Version)” e A.MA.SSA, com “Boka Boka!”

Segundo Nobre, assim como os álbuns já lançados pela iniciativa, o lançamento e distribuição inicial das novas coletâneas, volume 4 e volume 5, é feito na WOMEX – World Music Expo, uma das mais relevantes feiras de negócios e oportunidades do mercado da música internacional, de 23 a 27 de outubro na cidade de Cardiff, na Inglaterra. Neste e em outros eventos e plataformas internacionais do gênero, os discos chegarão a produtores, radialistas, jornalistas, empresários, selos, programadores de festivais internacionais e demais agentes do mercado mundial, com fins exclusivos de promoção internacional, apresentando um panorama do cenário musical baiano contemporâneo.

A seleção musical foi feita em parceria com o Brasil Music Exchange, projeto conduzido pela Brasil, Música & Artes (BM&A) que procura estimular atividades e trocas de experiência no mercado musical. A curadoria é de Jody Gillet, jornalista britânica, crítica de música, representante da BM&A no Reino Unido, que atua há mais de 15 anos com o cenário local de música independente, com foco particular no Brasil. Ela trabalhou com artistas como Criolo, Orquestra Imperial, Nação Zumbi e Tulipa Ruiz.

A escolha das 30 músicas que compõem os álbuns baseou-se na adequação das obras ao perfil de mercado internacional e no nível de correlação com a Bahia, a partir de sua própria assinatura curatorial e da inscrição pública que foi aberta a canções produzidas na Bahia e/ou por artistas do estado. “Com profundas conexões com a África, mas também com uma das mais fortes cenas de rock do país, além de diversas tradições rurais em atividade e uma herança cancioneira altamente reverenciada, a Bahia possui uma produção musical repleta de reviravoltas surpreendentes”, avalia Jody Gillett.

Com o objetivo de aumentar a visibilidade internacional de artistas e grupos baianos, o projeto Bahia Music Export, que integra o Programa de Mobilidade Artística e Cultural promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), através da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), acaba de lançar dois álbuns. O primeiro reúne diversos gêneros musicais e o segundo abrange o universo da bass culture.

“A intenção é que a música contemporânea feita no estado ganhe um novo passaporte para públicos e mercados de todas as partes do planeta”, explica o secretário de cultura do estado da Bahia, Albino Rubim, ressaltando que, a ideia é mostrar as muitas faces da música na Bahia e colocar em evidência artistas e grupos que ainda não têm um reconhecimento e uma circulação abrangentes.

O repertório dos CDs inclui desde bandas como O Quadro, de Ilhéus, e Os Nelsons, de Paulo Afonso até as soteropolitanas BaianaSystem e Bemba Trio, passando por Samba Chula de São Braz, de Santo Amaro da Purificação. “Essa seleção demonstra não apenas a diversidade musical, mas um nível de articulação e profissionalismo capaz de conquistar e se conectar a outros espaços no mercado internacional”, explica o coordenador de música da Funceb, Cássio Nobre.

O volume 4 reúne canções dos mais diversos estilos, de 15 artistas representados pelas canções de Alisson Menezes e a Catrupia, com “Boi Carnaval”, Dão & a Caravana Black, com “Som da Gafieira”, Banda Escola Pública, com “Samba de Novato”, Banda Lazouk, com “Saudade de Tu”, Vivendo do Ócio, com “O Mais Clichê”, Samba Chula de São Braz, com “Viola Meu Bem”, Sertanília, com “Tempo de Sereno”,  Tiganá Santana, com “The Invention of Colour”, Gabi Guedes, com “Gabi’s Groove”, Maglore, com “Sobre Tudo o que Diz Adeus”, Rebeca Matta, com “Um Sopro Leve”, Cascadura, com “Colombo”, Nalini, com “The Real End”, Pedro Santos, com “Minha Inspiração” e CH Straatmann, com “Baila Conguero!”.

Já o volume 5 conta com o universo da bass culture, conjunto de gêneros derivados da música jamaicana, com uso de instrumentos de baixa frequência representado pelos  artistas Opanijé, com “Se Diz”, Mauro Telefunksoul feat. Jonga Zambô & Amora, com “Sambahton de Roda (Zum Zum Zum), Soraia Drummond, com “Irie Feeling”, OQuadro, com “Tá Amarrado (Mangaio Remix)”, Kayman, com “Éa”, Rapaziada da Baixa Fria, com “Mais uma Baixa”,BaianaSystem, com “Terapia”, Bemba Trio, com “Melô do Vatapá”, Larissa Luz, com “Dança Livre”, Os Nelsons feat. Luiz Caldas, com “É Só se Jogar”, Daganja, com “Balançando os Graves”, Braunation, com “Om da Onda”, Radio Mundi feat. Burro Morto, Russo Passapusso & Manchinha, com “Bambá” , Lucas Santtana, com “Lycra-Limão (Dub Version)” e A.MA.SSA, com “Boka Boka!”

Segundo Nobre, assim como os álbuns já lançados pela iniciativa, o lançamento e distribuição inicial das novas coletâneas, volume 4 e volume 5, é feito na WOMEX – World Music Expo, uma das mais relevantes feiras de negócios e oportunidades do mercado da música internacional, de 23 a 27 de outubro na cidade de Cardiff, na Inglaterra. Neste e em outros eventos e plataformas internacionais do gênero, os discos chegarão a produtores, radialistas, jornalistas, empresários, selos, programadores de festivais internacionais e demais agentes do mercado mundial, com fins exclusivos de promoção internacional, apresentando um panorama do cenário musical baiano contemporâneo.

A seleção musical foi feita em parceria com o Brasil Music Exchange, projeto conduzido pela Brasil, Música & Artes (BM&A) que procura estimular atividades e trocas de experiência no mercado musical. A curadoria é de Jody Gillet, jornalista britânica, crítica de música, representante da BM&A no Reino Unido, que atua há mais de 15 anos com o cenário local de música independente, com foco particular no Brasil. Ela trabalhou com artistas como Criolo, Orquestra Imperial, Nação Zumbi e Tulipa Ruiz.

A escolha das 30 músicas que compõem os álbuns baseou-se na adequação das obras ao perfil de mercado internacional e no nível de correlação com a Bahia, a partir de sua própria assinatura curatorial e da inscrição pública que foi aberta a canções produzidas na Bahia e/ou por artistas do estado. “Com profundas conexões com a África, mas também com uma das mais fortes cenas de rock do país, além de diversas tradições rurais em atividade e uma herança cancioneira altamente reverenciada, a Bahia possui uma produção musical repleta de reviravoltas surpreendentes”, avalia Jody Gillett.

Com o objetivo de aumentar a visibilidade internacional de artistas e grupos baianos, o projeto Bahia Music Export, que integra o Programa de Mobilidade Artística e Cultural promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), através da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), acaba de lançar dois álbuns. O primeiro reúne diversos gêneros musicais e o segundo abrange o universo da bass culture.

“A intenção é que a música contemporânea feita no estado ganhe um novo passaporte para públicos e mercados de todas as partes do planeta”, explica o secretário de cultura do estado da Bahia, Albino Rubim, ressaltando que, a ideia é mostrar as muitas faces da música na Bahia e colocar em evidência artistas e grupos que ainda não têm um reconhecimento e uma circulação abrangentes.

O repertório dos CDs inclui desde bandas como O Quadro, de Ilhéus, e Os Nelsons, de Paulo Afonso até as soteropolitanas BaianaSystem e Bemba Trio, passando por Samba Chula de São Braz, de Santo Amaro da Purificação. “Essa seleção demonstra não apenas a diversidade musical, mas um nível de articulação e profissionalismo capaz de conquistar e se conectar a outros espaços no mercado internacional”, explica o coordenador de música da Funceb, Cássio Nobre.

O volume 4 reúne canções dos mais diversos estilos, de 15 artistas representados pelas canções de Alisson Menezes e a Catrupia, com “Boi Carnaval”, Dão & a Caravana Black, com “Som da Gafieira”, Banda Escola Pública, com “Samba de Novato”, Banda Lazouk, com “Saudade de Tu”, Vivendo do Ócio, com “O Mais Clichê”, Samba Chula de São Braz, com “Viola Meu Bem”, Sertanília, com “Tempo de Sereno”,  Tiganá Santana, com “The Invention of Colour”, Gabi Guedes, com “Gabi’s Groove”, Maglore, com “Sobre Tudo o que Diz Adeus”, Rebeca Matta, com “Um Sopro Leve”, Cascadura, com “Colombo”, Nalini, com “The Real End”, Pedro Santos, com “Minha Inspiração” e CH Straatmann, com “Baila Conguero!”.

Já o volume 5 conta com o universo da bass culture, conjunto de gêneros derivados da música jamaicana, com uso de instrumentos de baixa frequência representado pelos  artistas Opanijé, com “Se Diz”, Mauro Telefunksoul feat. Jonga Zambô & Amora, com “Sambahton de Roda (Zum Zum Zum), Soraia Drummond, com “Irie Feeling”, OQuadro, com “Tá Amarrado (Mangaio Remix)”, Kayman, com “Éa”, Rapaziada da Baixa Fria, com “Mais uma Baixa”,BaianaSystem, com “Terapia”, Bemba Trio, com “Melô do Vatapá”, Larissa Luz, com “Dança Livre”, Os Nelsons feat. Luiz Caldas, com “É Só se Jogar”, Daganja, com “Balançando os Graves”, Braunation, com “Om da Onda”, Radio Mundi feat. Burro Morto, Russo Passapusso & Manchinha, com “Bambá” , Lucas Santtana, com “Lycra-Limão (Dub Version)” e A.MA.SSA, com “Boka Boka!”

Segundo Nobre, assim como os álbuns já lançados pela iniciativa, o lançamento e distribuição inicial das novas coletâneas, volume 4 e volume 5, é feito na WOMEX – World Music Expo, uma das mais relevantes feiras de negócios e oportunidades do mercado da música internacional, de 23 a 27 de outubro na cidade de Cardiff, na Inglaterra. Neste e em outros eventos e plataformas internacionais do gênero, os discos chegarão a produtores, radialistas, jornalistas, empresários, selos, programadores de festivais internacionais e demais agentes do mercado mundial, com fins exclusivos de promoção internacional, apresentando um panorama do cenário musical baiano contemporâneo.

A seleção musical foi feita em parceria com o Brasil Music Exchange, projeto conduzido pela Brasil, Música & Artes (BM&A) que procura estimular atividades e trocas de experiência no mercado musical. A curadoria é de Jody Gillet, jornalista britânica, crítica de música, representante da BM&A no Reino Unido, que atua há mais de 15 anos com o cenário local de música independente, com foco particular no Brasil. Ela trabalhou com artistas como Criolo, Orquestra Imperial, Nação Zumbi e Tulipa Ruiz.

A escolha das 30 músicas que compõem os álbuns baseou-se na adequação das obras ao perfil de mercado internacional e no nível de correlação com a Bahia, a partir de sua própria assinatura curatorial e da inscrição pública que foi aberta a canções produzidas na Bahia e/ou por artistas do estado. “Com profundas conexões com a África, mas também com uma das mais fortes cenas de rock do país, além de diversas tradições rurais em atividade e uma herança cancioneira altamente reverenciada, a Bahia possui uma produção musical repleta de reviravoltas surpreendentes”, avalia Jody Gillett.

Com o objetivo de aumentar a visibilidade internacional de artistas e grupos baianos, o projeto Bahia Music Export, que integra o Programa de Mobilidade Artística e Cultural promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), através da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), acaba de lançar dois álbuns. O primeiro reúne diversos gêneros musicais e o segundo abrange o universo da bass culture.

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