24 de julho de 2024

Evinha tornou o parlamento um espaço de valorização da mulher com consequente aumento de pré-candidatas neste pleito

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assessoria Parlamentar/ Evinha Oliveira.

PAULO AFONSO – Eleita com 729 votos em 2020, a vereadora Evinha (Solidariedade), conseguiu ampliar a pauta para o universo feminino no Poder Legislativo em várias frentes, da economia à luta pela diminuição da violência doméstica, as coisas – ou problema de mulher- saíram da invisibilidade e ganharam novos contornos.

Antes de seguir é preciso reconhecer que a vereadora, forjada num ambiente filantrópico- presidente da Ong Anjo Negro-, atuante como liderança católica, já sabia exatamente os estratos sociais para os quais deveria atuar, mas conseguiu firmar parcerias que lhe permitiram fixar seu mandato numa espécie de mantra: a independência financeira da mulher.

“Quando eu estava fazendo a campanha em toda porta que eu batia, não tinha outro assunto, eu dizia: ‘eu preciso ser eleita para dar voz à mulher pauloafonsina’, agora olhando no finzinho deste mandato, sinto orgulho do que fiz, porque realmente isso nós fizemos”, avaliou a vereadora.

Para se medir a representatividade positiva do mandato de Evinha, o Solidariedade não encontrou qualquer obstáculo para compor a cota feminina exigida pela lei Eleitoral de 30%, tampouco enfrentou desconfiança de pré-candidatos quanto a seriedade dos projetos para o pleito. “Eu fiquei surpreso que, ao perguntar aos filiados se eles aceitavam se candidatar, houve fluidez e aceitação quase que automática”, comentou o presidente local da sigla Luiz Neto.

É possível identificar e reconhecer a força do mandato de Evinha, não apenas nas ações que ela conseguiu realizar como a consagrada Feira de Empreendedorismo Feminino, para além disso, sua representatividade na Câmara, nas cobranças por melhoria dos serviços públicos; pelos direitos dos servidores; e para um gasto público organizado com vistas a impulsionar o comércio e o turismo para gerar renda aos trabalhadores, resta provado, inspirou outras pré-candidaturas de mulheres com perfis e pautas distintas, vistas hoje distribuídas pelos partidos que participarão do pleito.

“Não vou dizer que não haja violência de gênero pelo relato que vemos de algumas mulheres pelo Brasil, mas falo da minha experiência, e isso eu usei para convidar as nossas pré-candidatas, temos 7, não sofri machismo, não passei por constrangimentos em razão de ser mulher, foi o contrário. Eu amo o ambiente de trabalho, me fiz respeitar e procuro trazer minhas falas e pautas com coerência e estudo”, concluiu Eva.

 

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