6 de julho de 2022

Chesf aplica tecnologia para monitorar Covid-19 e saúde dos empregados

Projeto inclui rastreamento de imagens térmicas por meio de drones e de sinais vitais entre os empregados

 

 

A Companhia Hidrelétrica do São Francisco está investindo em um projeto pioneiro de previsibilidade da saúde de seus empregados, liderado pelo Departamento de Pesquisa & Desenvolvimento e Inovação (P&D+I) da Companhia, em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o Instituto Keizo Asami (LIKA).
O objetivo é criar uma plataforma sobre a saúde dos empregados, atualizando os dados sobre o comportamento da Covid-19. “Essa necessidade surgiu com a pandemia da Covid-19, que trouxe questionamentos sobre como podemos lidar com as doenças no ambiente corporativo e, além disso, poderemos acompanhar de forma contínua a saúde dos funcionários, utilizando uma plataforma bioepidemiológica”, explica José Bione de Melo Filho, gerente de P&D+I da Chesf.

Os estudos e análises do projeto estão sendo feitos continuamente na Chesf, com os empregados sendo testados e envolvem uma equipe de 60 profissionais. Na sede, há dois postos funcionando atualmente e o trabalho será estendido para as regionais em breve.

Destaque do projeto – Serão feitas aplicações de testes moleculares e imunológicos, além da criação de um perfil de imunidade. Haverá, ainda, um rastreamento por imagens térmicas por meio de drones e de sinais vitais entre os empregados.

“Com os drones será possível a medição da temperatura ambiental e dos profissionais nas linhas de transmissão e subestações, resultando em um mapa de calor capaz de identificar alterações comportamentais e de temperatura entre os profissionais. Com os dispositivos vestíveis, que medem os sinais vitais, será possível observar alterações nas atividades laborais entre os participantes da pesquisa. Por fim a adaptação da plataforma, em sua versão atual, após estudos, fomentará um modelo de saúde que começou pela pandemia atual, mas poderá ser utilizado para a avaliação global da saúde e da qualidade de vida do empregado da Chesf”, explica Prof. Henrique Castelletti, um dos coordenadores do projeto pela UFPE/LIKA.
Além da promoção da saúde integral, que é uma das premissas da Política Nacional de Saúde do Trabalhador, os principais legados serão a construção de tecnologias adaptáveis, além do crescimento no engajamento dos empregados e a construção de um modelo de previsibilidade em saúde que pode ser replicado em qualquer empresa do grupo Eletrobras.

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