5 de julho de 2022

Crianças e adolescentes continuam cheirando cola e pedindo esmola nas ruas de Paulo Afonso

A cena é mais do que comum nas ruas de Paulo Afonso: crianças, adolescentes e até mesmo adultos (como na foto) pedindo esmola, cheirando cola, cometendo pequenos furtos. Àsvezes, adolescentes grávidas, outras com bebês de colo ou crianças pequenas.


Os garotos deitados em calçadas, largados, com o rosto enfiado no saco com a cola. Em alguns locais, a única maneira de passar é pulando sobre eles. São meninos de 12, 13 anos, mas há crianças ainda mais novas nesse mesmo grupo.


É um cenário que permanece imutável: o dos meninos cheirando cola, aos olhos de todos e em vários pontos de Paulo Afonso. Um dos preferidos é o da entrada da cidade.


Foi lá que o jovem advogado e empresário Rafael Raniere, filho de Nicolsinho do Grupo Oásis decidiu não mais esperar por uma ação da prefeitura e por conta própria instalou na semana, dois postes com quatro braços de luz defronte ao Posto Oásis, onde a escuridão predomina e vem sendo o local preferido de adolescentes que cheiram cola e programam pequenos furtos. Mas, mesmo iluminado, ainda é possível identificar a presença desses adolescentes. O local fica à margem da principal avenida de acesso ao centro da cidade, a presença permanente do grupo de pedintes, como nosso “cartão de visitas” e de boas vindas aos visitantes.


Enquanto não se encontra uma solução definitiva para o problema, os meninos e meninas permanecem sem perspectiva, sobrevivendo como impõe a realidade das ruas. Alheios à convivência familiar e com a comunidade, sem freqüentar a escola e expostos aos riscos e violências diários.

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