4 de julho de 2022

Paulo Afonso foi destaque nesta sexta-feira em quadro do Jornal Hoje

No quadro “Tô de Folga” do Jornal Hoje, os repórteres acompanharam o curso do Velho Chico em cinco estados brasileiros. Dessa forma eles mostraram o potencial turístico de cada região, fazendo um convite ao telespectador a conhecer belezas naturais, históricas e culturais.


 


A Serra da Canastra em Minas Gerais foi o ponto de partida. Lá fica o Parque Nacional protegido por lei e que se transformou num santuário para várias espécies de animais. Tudo no parque chama a atenção do turista, mas claro, a atração principal é a nascente do Rio São Francisco, que a 1.200 metros de altitude, começa sua trajetória de 2.830 km.


 


É ainda em Minhas Gerais, no norte do estado, que o São Francisco já começa a tomar jeito de rio. Uma das atrações do Velho Chico é o vapor Benjamim Guimarães, construído em 1913 nos Estados Unidos e completamente restaurado em 2004, tornando-se patrimônio histórico de Minas.


 


A reportagem seguiu mostrando que da nascente até a foz, o rio São Francisco passa por oito hidrelétricas. Quando entra na Bahia, ele primeiramente passa ao lado do santuário de Bom Jesus da Lapa, onde romeiros pagam promessa, depois espalha suas águas para formar o maior lago artificial do mundo.


 


Passando Sobradinho, com seus 300 km de extensão, logo adiante o rio chega a Paulo Afonso. “Quando está cheio, o rio transborda por todos os lados e exibe belíssimas cachoeiras”, foi assim que o repórter José Raimundo apresentou a nossa belíssima Paulo Afonso aos telespectadores. Raimundo também nos mostrou um pouco do passeio pelo canyon, paredões enormes que guardam vestígios de mais de 9.000 anos.  Passeio verdadeiramente inesquecível e impressionante, até mesmo pra quem é da região.


 


Mas o São Francisco é muito mais do que grandeza e beleza, é também sinônimo de fertilidade da terra. Nas cidades de Juazeiro e Petrolina, o destaque é o cultivo de frutas. Por lá o rio São Francisco também é responsável pelo crescimento econômico das áreas ribeirinhas. O cultivo da uva no semi-árido nordestino também criou uma opção para o turismo; quem vem à região pode conhecer a rota do vinho.


 


Em Sergipe, o destaque ficou para a construção da hidrelétrica de Xingó, que impulsionou o turismo. Um trecho do rio em Sergipe, foi durante muitos anos o único caminho de Lampião. Pelas águas do Velho Chico, ele e o bando demarcavam os esconderijos e foi em um deles, bem às margens do rio, que Lampião viveu os últimos dias. Depois de meia hora caminhando na caatinga, o turista chega à gruta de Angicos, lugar onde morreu o cangaceiro mais famoso do nordeste, juntamente com o seu bando.


 


Em seu último curso, o rio São Francisco foi descoberto pelo navegante Américo Vespúcio. É ás margens do rio, que se desenvolve o turismo e o artesanato, inclusive um deles é bem específico e só ocorre nessa região, o bordado boa-noite.


 


A última cidade banhada pelo Velho Chico é Piaçabuçu, que fica na divisa de Alagoas e Sergipe. Chegando à foz do rio é que os turistas podem ver de perto os costumes dos pescadores da região e aproveitar a beleza da natureza sobre as dunas. A partir daí, o espetáculo segue no belo ato do encontro do rio com o mar.


 


 


Click AQUI para ver o vídeo da reportagem.

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