4 de julho de 2022

Vereadores de oposição unidos até no vestuário

Desde o início dos trabalhos legislativos deste ano, é notório o entrosamento dos Vereadores da Bancada de Oposição na Câmara Municipal de Paulo Afonso. Essa união vem sendo motivo de elogios e debates nas corriqueiras conversas de bastidores da política local. Na última sessão, realizada na terça-feira, 19, o tom dos discursos de Celso Brito e Aroldo do Hospital, que na foto, aparecem combinados até na indumentária, foi o mesmo, um ratificando e complementando o outro.


 


No pronunciamento de Aroldo, além de reafirmar o apoio aos concursados, dirigiu-se para os problemas da saúde pública municipal. Segundo o vereador, em uma ocorrência naquela data, uma mãe necessitou de atendimento pediátrico para seu filho no Hospital Municipal (HMPA) e lá não encontrou pediatra de plantão. O horário da ocorrência foi por volta das 16h. A mãe precisou se deslocar do BTN até o HNAS para ser atendida. O vereador solicitou ao líder da situação que levasse o caso ao conhecimento ao governo para se tomar providências.


 


Para ajudar o colega de bancada, seguindo a denúncia de Aroldo quanto à falta de médico no HMPA, o vereador Celso Brito deixou claro sua indignação “Não se justifica a falta de profissionais, pois quando o governo anterior o entregou, em 1º de janeiro, havia uma escala completa de profissionais”. Ainda segundo Celso, não houve redução nas receitas e sim, aumento no Fundo de Saúde. “Ou não estão sabendo aplicar os recursos ou estão gastando de forma desordenada”, justificou.


 


Celso Brito demonstrou toda segurança e liderança diante do apoio da bancada aos concursados. O vereador demonstrou contentamento aos rumos que vem tomando o processo judicial em favor dos concursados. Dentre eles, o vereador destacou a falha jurídica da Procuradoria da Prefeitura, que perdeu o prazo para pedir o Agravo contra liminar interposta pelo juiz da Fazenda Pública de Paulo Afonso, Dr. Jofre Caldas que ordena a nomeação imediata dos aprovados no concurso 01/2008.


 


Para o vereador Celso Brito, o erro cometido representa a insegurança jurídica de todos os procedimentos contrários que o prefeito e sua assessoria jurídica têm tomado contra este concurso, visto não haver nenhum tipo de fraude a comprovar. Segundo o vereador, os demais processos também terão o mesmo fim, não sendo aceitos ou mesmo sendo derrotados em qualquer instância jurídica. A ida com os concursados a Salvador servirá para buscar apoio dos deputados e sensibilizar os desembargadores a respeito do andamento do concurso.

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