3 de julho de 2022

Superintendente fala sobre ações da Polícia Federal em Delmiro Gouveia

Na noite da sexta-feira, 15, o Clube Vicente de Menezes, em Delmiro Gouveia, ficou pequeno para acomodar a multidão de pessoas presente à palestra do Superintendente da Polícia Federal em Alagoas, José Pinto de Luna. O delegado esteve na cidade para participar da abertura do Ciclo de Palestras, promovido pela Fundação Delmiro Gouveia (Fundeg). Foi convidado também para o evento o Policial Federal Jorge Venerando, presidente do Sindicato dos Policiais Federais em Alagoas e coordenador do Movimento Social de Combate a Criminalidade e Corrupção (MSCC).


            Ao abrir o evento, o presidente da Fundeg, Adair Nunes, falou sobre o papel social da fundação, ao realizar esse tipo de ação. “Esse é mais um trabalho que a Fundeg traz em benefício da comunidade. Estamos completando 12 anos de atividade através de uma luta árdua e intensa, mas que gratifica quando vemos essa quantidade de pessoas presente”, frisou o presidente.


            Além do público em geral, a palestra contou com a presença do Promotor João Batista, do Coronel da Polícia Militar Osman, do Promotor José Antônio Malta Marques, da vice-presidente da CUT Lenilda Lima, da presidente do Sinteal núcleo sertão Gilvânia Machado e representantes de entidades.


            Em seguida o coordenador do Ciclo de Palestras, Edvaldo Nascimento, explicou sobre a importância de receber o delegado no município enfatizando o trabalho desenvolvido pelo mesmo junto à Polícia Federal. “Podemos dizer que existe dois momentos da Polícia Federal em Alagoas, antes do delegado Pinto de Luna e depois dele”, disse Edvaldo. Ele falou ainda sobre esse novo projeto da fundação, o Ciclo de Palestras – “a cada mês estaremos trazendo um convidado ligado a temas de interesse da sociedade”.


            O policial federal Jorge Venerando ressaltou a importância da luta contra a corrupção e a criminalidade no Estado. “Enquanto sociedade temos o compromisso e o dever de colaborar no combate à criminalidade e à corrupção. É preciso um trabalho de conscientização de base para que o povo acorde e veja que a corrupção é o câncer que atrasa o desenvolvimento da sociedade”


            Venerando explicou que o movimento surgiu para iniciar um processo de mudança em Alagoas. “O povo vivia numa situação muito difícil e queria lutar por uma Alagoas melhor e diferente e através das operações da PF, como a Taturana. Com o apoio do MSCC, o povo de Alagoas mostrou que não aceitava mais os seus representantes envolvidos em crimes. O MSCC trouxe um novo alento para Alagoas”, disse o policial, completando que o movimento deve ser reproduzido em todas as cidades como modelo de mobilização social.


Ele ressaltou ainda as atitudes que estão sendo tomadas com relação à mobilização dos servidores da educação, que estão em greve há duas semanas. “Não aceitamos o que tem ocorrido aqui em Delmiro, onde os servidores da educação que estão em greve estão sendo perseguidos, filmados e fotografados, como na época da ditadura. Isso é inadmissível e vocês podem denunciar. O MSCC está pronto para passar o Estado a limpo e construir nova história para Delmiro Gouveia”, relatou o policial.


Recebido com aplausos do público presente, o delegado José Pinto de Luna iniciou sua palestra explicando que a Polícia Federal está a serviço de todo e qualquer cidadão, uma vez que a instituição é mantida através dos impostos, como os órgãos do Governo Federal. “Vocês são meus patrões e eu ganho bem. E se ganho bem tenho que prestar um bom trabalho”, brincou o delegado, que exibiu um vídeo sobre as ações da Polícia Federal em todo o território nacional.


Após o vídeo, Pinto de Luna explicou que a credibilidade da instituição foi conquistada passo a passo e que entre as atribuições da PF está a fiscalização do uso do dinheiro público, bem como a compra de voto. “O mau uso do dinheiro público, que muitos gestores estão fazendo, também é fiscalizado por nós; como a compra e a venda de voto, que também não é permitido”, falou.


Luna ressaltou que esteve em Delmiro Gouveia a convite da Fundeg, mas que já tinha vontade de conhecer o município. “Acho que Delmiro estava esquecida por Maceió e por isso hoje estou aqui, para conhecer a situação do município de perto. Temos que saber e verificar quais os problemas daqui, se há um cuidado com o dinheiro público, se há problemas com o Fundeb, ou o transporte escolar, entre outras coisas. Estamos fazendo essa visita a diversos municípios do Estado. Nossa meta é visitar os 102 municípios”, frisou.


Ele falou ainda sobre a restrição do uso das algemas pela Polícia Federal. “Quando estávamos algemando as classes menos favorecidas estava tudo bem, mas quando passamos a algemar alguns figurões aí a coisa mudou. Mas isso não nos desestimula. Nós vamos agir cada vez mais forte nesse combate”, disse.


Na oportunidade o delegado ressaltou a campanha que está sendo desenvolvida pela Polícia Federal de combate às drogas, que tem como tema “Chega de violência. Alagoas pede paz”.


O superintendente finalizou a palestra explicando que a Polícia Federal não tem o que temer, uma vez que está trabalhando certo. “Não temos que ter medo porque estamos certo, trilhando o caminho correto. Não temos o que temer”, frisando que momentos como o da palestra são imprescindíveis para as mudanças – “com manifestações como essas, com alegria e descontração e através do MSCC, dos movimentos organizados, estamos conseguindo mudar alguma coisa”, concluiu.


Provocação – Ao término da palestra, o advogado Mendes de Barros, que na  oportunidade representou o prefeito Luis Carlos Costa, fez algumas ressalvas sobre alguns pronunciamentos proferidos pelo delegado durante a palestra. Mendes de Barros acusou o superintendente de tê-lo provocado com relação à greve dos servidores da educação.


“O senhor me provocou. Quero dizer que todas as contas do senhor Luis Carlos Costa estão à disposição de Vossa Excelência. O prefeito��������Ñ-�� ��

Na noite da sexta-feira, 15, o Clube Vicente de Menezes, em Delmiro Gouveia, ficou pequeno para acomodar a multidão de pessoas presente à palestra do Superintendente da Polícia Federal em Alagoas, José Pinto de Luna. O delegado esteve na cidade para participar da abertura do Ciclo de Palestras, promovido pela Fundação Delmiro Gouveia (Fundeg). Foi convidado também para o evento o Policial Federal Jorge Venerando, presidente do Sindicato dos Policiais Federais em Alagoas e coordenador do Movimento Social de Combate a Criminalidade e Corrupção (MSCC).


            Ao abrir o evento, o presidente da Fundeg, Adair Nunes, falou sobre o papel social da fundação, ao realizar esse tipo de ação. “Esse é mais um trabalho que a Fundeg traz em benefício da comunidade. Estamos completando 12 anos de atividade através de uma luta árdua e intensa, mas que gratifica quando vemos essa quantidade de pessoas presente”, frisou o presidente.


            Além do público em geral, a palestra contou com a presença do Promotor João Batista, do Coronel da Polícia Militar Osman, do Promotor José Antônio Malta Marques, da vice-presidente da CUT Lenilda Lima, da presidente do Sinteal núcleo sertão Gilvânia Machado e representantes de entidades.


            Em seguida o coordenador do Ciclo de Palestras, Edvaldo Nascimento, explicou sobre a importância de receber o delegado no município enfatizando o trabalho desenvolvido pelo mesmo junto à Polícia Federal. “Podemos dizer que existe dois momentos da Polícia Federal em Alagoas, antes do delegado Pinto de Luna e depois dele”, disse Edvaldo. Ele falou ainda sobre esse novo projeto da fundação, o Ciclo de Palestras – “a cada mês estaremos trazendo um convidado ligado a temas de interesse da sociedade”.


            O policial federal Jorge Venerando ressaltou a importância da luta contra a corrupção e a criminalidade no Estado. “Enquanto sociedade temos o compromisso e o dever de colaborar no combate à criminalidade e à corrupção. É preciso um trabalho de conscientização de base para que o povo acorde e veja que a corrupção é o câncer que atrasa o desenvolvimento da sociedade”


            Venerando explicou que o movimento surgiu para iniciar um processo de mudança em Alagoas. “O povo vivia numa situação muito difícil e queria lutar por uma Alagoas melhor e diferente e através das operações da PF, como a Taturana. Com o apoio do MSCC, o povo de Alagoas mostrou que não aceitava mais os seus represe

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