3 de julho de 2022

“A Educação respira aliviada: Pedro Fernandes, da DIREC, está EXONERADO!”

Por Maria Estela Nogueira de Matos ([email protected])


 


 


Começou na direção da DIREC como se estivesse eternamente de “terno e gravata” e impressionou. Fez pose e discurso moralista, deu ordem até no Deputado que o indicou, apareceu como o próprio salvador da pátria. Posou de homem sério, disse que lá não haveria mais ingerência política, que todo mundo ia “andar” igual, que acabara a era dos desmandos e das falcatruas. Depois promoveu uma verdadeira caça às bruxas. Falou o que quis, escutou o que não queria. Daí foi posar de vítima, falando que era perseguido, isso e aquilo. Em menos de um mês já havia mudado o “figurino”.


 


Aposentou o imaginário “terno e gravata” desnecessários e foi trabalhar de camisa com gola aberta, bem normal, como todo mundo. Porém, talvez, deixou o poder subir à cabeça. Se submeteu a prova para DIRETOR das Escolas do Estado e humilhantemente foi REPROVADO. Interferiu no processo de eleição direta nas escolas, declarou apoio a candidato(a) X e a candidato(a) Y, negou dar posse a candidata em determinado Colégio. Não conseguiu eleger um único diretor, que fosse seu “companheiro” do PT.


 


Perseguiu diretores, professores, interferiu na condução dos trabalhos diretivos em determinada escola, que culminou com o pedido de exoneração do Diretor. Disse que não era bem aquilo, que mais uma vez era perseguido, se fez de coitado. Daí encenou mais uma firula dizendo que a pressão era intriga dos “companheiros” de outra facção petista.


 


O tempo passou e ele lá ainda. Ficou, e agitou, e promoveu reunião com a uma das alas petistas da qual faz parte, e promoveu abaixo-assinado para o Secretário Estadual de Educação, e pintou, e bordou. Tudo isso tentando se segurar no cargo. Nada.


 


Este personagem é o agora exonerado (e já não era sem tempo) diretor da DIREC, Pedro Fernandes, que deveria dar o exemplo. Mas não o mau exemplo. Agora, se não gosta de ser fiscalizado, deve voltar a ser cidadão comum, como você e eu, que paga imposto. Agora é servidor lotado na DIREC: terá novo chefe; os seus antigos subordinados agora serão colegas de trabalho.


 


E não o temerão mais. E não terão que distribuir sorrisos forçados e nem cumprimentos indesejados. E a vida volta a tomar o seu curso normal.


 


Resta saber se de tudo isso ele tira uma lição para a própria vida: que a caravana passa e os cães ladram; humildade é a maior virtude do ser humano e nada é para sempre: nem quando temos o poder do nosso lado podemos dizer que somos imprescindíveis ou eternos!

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