5 de julho de 2022

Rubervânio “Rubinho” Lima – Trilhando o caminho da cultura

Rubervânio Rubinho Lima, pauloafonsino filho de pais que chegaram à cidade em decorrência da Chesf, sempre teve seus estudos priorizados. Por mais que sua mãe tenha se formado no ensino médio muito depois de casada e de seu pai não ter formação escolar completa, a educação dada por eles fez todo a diferença.


 


Não havia necessidade de seus pais serem leitores, escritores ou até mesmo ficarem ali em cima forçando Rubinho a cumprir suas tarefas escolares: ele já tinha uma pré-disposição pela leitura e pelo aprendizado. Algo que o marcou muito foi ter um pai poeta em casa, o que contribuiu para o seu gosto forte pela escrita.


 


Depois de ter resolvido mostrar seus escritos particulares ao público, muitos prêmios vieram. Já participou de muitos concursos literários e musicais aqui na cidade, como o Modernismo por exemplo. Em sua primeira participação num concurso do gênero, ganhou em 1º lugar em poesia, 2º em poesia e 3º em música. Fato que o deixou totalmente empolgado e com certeza deu-lhe um belo empurrão.


 


Ele prestou três vestibulares, os dois primeiros para engenharia de pesca e biologia, não obtendo aprovação. Em sequência tentou pra pedagogia e conseguiu, mas desejou cursar letras na FASETE (Faculdade Sete de Setembro). Antes mesmo de entrar na faculdade já dava aulas de inglês, em colégios como Carlina e Luís Eduardo.


 


Rubinho formou-se em letras e hoje conclui na UEFS (Universidade de Feira de Santana), sua pós-graduação em estudos literários. Sempre engajado na cultura do cangaço, cordel e xilogravura, apresentou recentemente na UNEB (Universidade do Estado da Bahia) o seminário Maria Bonita e o cordel.


 


A publicação do seu primeiro livro previsto para ser lançado em abril foi resultado do seu primeiro lugar no concurso Contação de História – Prêmio Betty Coelho, durante o VII encontro de leitura lá na UEFS. Conversas do Sertão é basicamente um livro que retrata falares sertanejos, contendo várias histórias fictícias, causos matutos… Histórias essas que costumamos ouvir quando vamos pra roça.


 


Ser mais produtivo e tentar fazer o melhor, tentar aprender dentro dessa minha nova área, que é a área cultural… Assim diz Rubinho, atualmente articulador cultural na Secretaria de Cultura da cidade.


 

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