“Não há surto de dengue em Paulo Afonso, mas Vigilância Epidemiológica está em alerta”, diz gerente municipal

A participação da população é imprescindível, especialmente em seguir o que é orientado pela equipe da Zoonoses, como evitar o acúmulo de água parada

Por REDAÇÃO - PA4.COM.BR COM ASCOM/PMPA | 12 de junho de 2019 às 16:14

Foto: Ilustração.



 

 

As chuvas que caem em Paulo Afonso têm deixado a Vigilância Epidemiológica em alerta. As águas amenizam a temperatura, mas provocam a proliferação do mosquito aedes aegypti, causador da dengue, chicungunha e zica, doenças que cresceram bastante na Bahia nos últimos dois meses.

 

Diante da realidade, o órgão alerta à população para redobrar os cuidados com a água parada. A gerente da Vigilância Epidemiológica, Carla Aragão, explica que houve uma mudança no período dos casos de dengue, tendo em vista que a maioria acontecia com as chuvas de verão. “A dengue veio com as chuvas de inverno, então é preciso ter cuidado redobrado com o acúmulo de água de forma inadequada”, ressalta. Carla explica que apesar do aumento do número de casos, não há surto no município.

 

Ela reforça que a participação da população é imprescindível, especialmente em seguir o que é orientado pela equipe da Zoonoses. “Os agentes de endemias passam pelas residências e orientam a população sobre os cuidados que devem ter para que não haja criatórios dos mosquitos, porém muitos deles não seguem o que foi ensinado, então isso contribui para que haja uma manifestação e assim surjam novos casos. É preciso cuidar dos quintais, alertar os vizinhos e tomar consciência do grande mal que o aedes causa”, diz Carla.

 

Para o combate ao mosquito, a Prefeitura de Paulo Afonso realiza constantemente inspeções domiciliares e nos pontos estratégicos, que são os de maior risco, como cemitérios, ferros velhos, oficinas, ente outros, onde há possibilidade de maior acúmulo de água. Além disso, a equipe da Zoonoses está em campo alertando a comunidade para os cuidados, com inspeção e borrifação.

 

A gerente enfatiza que em caso de contaminação, o paciente deve se dirigir à Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência para realização de exames e iniciar o tratamento. Em seguida, os profissionais de saúde precisam comunicar a ocorrência para a equipe Epidemiológica, para que o fato seja registrado e o local isolado.

 

A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular o líquido em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.




 







4 pensamentos em ““Não há surto de dengue em Paulo Afonso, mas Vigilância Epidemiológica está em alerta”, diz gerente municipal”

    1. Pois é,dizem que não há surto de dengue,houve 2 casos com suspeita de dengue,segundo informações por pessoas que segundo elas tiveram conhecimento,outras parecem que conheciam as vitimas,além de notícias meia abafadas ,mais surtiu efeitos.Ainda dizem pra não haver preocupação? Vamos lá!O rio etá cheio de baronesas,vcs acham que não há moradia desse mosquito?Mim poupe!

  1. Na realidade a própria população deveria ser o maior combatente do mosquido, entretanto, o que vemos é que a maioria contribui para a proliferação da dengue, seja porque não cuida devidamente do seu quintal, seja porque joga lixo em qualquer lugar; em minha casa todo mês passa o pessoal da zoonose, portanto, se todo mundo fizesse a sua parte era bem mais fácil o referido combate.
    Transferir a culpa para os outros é bem mais cômodo, difícil é fazer alguma ação para contribuir positivamente, rsrsrsrsrs.

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