Terceirizados da Coelba entram em greve por tempo indeterminado

Os trabalhadores buscam um reajuste salarial de 11%, enquanto a Coelba oferece apenas 4%

Por | 19 de novembro de 2012 às 13:23

Os trabalhadores das empresas terceirizadas da Coelba pararam as atividades na manhã desta segunda-feira (19). A greve foi anunciada após três meses de negociação entre o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção (Sintracom-BA) e os patrões para um reajuste salarial.

A reivindicação dos trabalhadores é que aconteça um reajuste de 11%, enquanto a proposta oferecida inicialmente pelos patrões foi de apenas 1% e até agora, o máximo oferecido foi de 4%. De acordo com o sindicato, cerca de 15 mil trabalhadores, sendo sete mil em Salvador, das empresas Morel, JF Steel, SMA e Eletec estão parados até a apresentação de uma nova proposta.

Com a greve, serviços de emergência como ligações e religações, cortes e leituras de consumo deixam de ser realizadas em todo o estado e bairros de Salvador. Os trabalhadores estão concentrados na porta da Coelba em Campinas de Pirajá em busca de uma posição da empresa.

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